“Foram tantas brincadeiras, tantas conversas, tantas risadas e olhe agora. Nem conversamos mais.”
— Caio Fernando Abreu. (via cfa-tatibernardi)

francavillarts:

BREAKING BAD

Episode 5.13TO’HAJIILEE”
Minimalist Episode Poster by Francesco Francavilla

A little late since I was stranded at the Baltimore Airport last night for 5 hours and missed it on tv, here’s the poster for last night’s episode of Breaking Bad.

Trying to keep these spoiler free so they can be enjoyed by those who haven’t seen the show yet as well by those who did see it already.

Hope you guys enjoyed the show and this poster :)

Cheers,
FF

tentativa de reproduzir o cabeçalho do site. marromenos.  tentativa de reproduzir o cabeçalho do site. marromenos. 

tentativa de reproduzir o cabeçalho do site. marromenos. 

  • Me: Pra quem é esse altar?
  • Be: Pro consumismo. E essa bomba?
  • Me: Pra esperança.
  • Me: Nós deveríamos conversar sobre a morte dos seus pais?
  • Be: Ninguém morreu. Do que você tá falando?
  • Me: Não? Sonhei com isso noite passada.
  • Be: Precisamos fazer um funeral pra sua humanidade.
  • Me: A gente ainda é um só?
  • Be: Acho que sim.
  • Me: Sai das minhas angústias, tá ficando apertado já.
  • Be: Trago um recado do mar.
  • Me: Hm
  • Be: "Avisa pra essa criatura desligar a TV de noite, que já tá incomodando."
  • Me: Não é TV, é Netflix.
  • Be: Mas..
  • Me: Pss! Não converso com quem não tem internet!
  • Me: Você precisa ir embora.
  • Be: Não posso. Tem uma corda de prata me prendendo a você.
  • Me: Tem? Nunca percebi.
  • Be: Nome dela é universo.
  • Me: Você é sempre piegas assim?
  • Be: Uni nossas almas. Agora somos um só.
  • Me: Isso é ócio? Desfaz essa merda e vai procurar um emprego.
  • Me: Ontem comi picanha.
  • Be: E daí?
  • Me: Quase morri.
  • Be: Por que você diz tanta besteira?
  • Me: Porque sou eu. Se fosse você tava falando merda.

Digo que devemos ir ao Roxy comer farofa de ovo. Você responde quase genuinamente incrédula um “Sério?!” e logo depois concorda. 
Digo que devemos fazer um trato e apresentar-nos um restaurante novo. Levar-nos para uma experiência nova. Você de novo concorda. 

Eu gosto quando as coisas vão assim, quando vem essas afirmativas sorridentes, cheias de possibilidades. 

Digo que seu time está perdendo e você diz que não mais vai falar comigo. Eu juro, era brincadeira. Você diz que “não pode falar assim do Mengão!”. Confesso, então, que a sua mania de coisas que não me importam me dá tesão. O parágrafo com mais ão que já escrevi. 
Digo que você não deveria ter levado as coisas pro outro lado, porque eu não quero lhe comer. Você alega quase ter acreditado. Quase. 

Gosto quando o ritmo é um mistério. Ou não. Minha ansiedade é dona de si e muito, muito geniosa.

Você tenta descobrir quando vai me ver. Invento mil maneiras de dizer sem dizer. Vai lhe deixar mais feliz saber em cima da hora? Espero que sim. 

p.s: pior final de post. ela me brigou por um time que vai ter uma segunda chance de ganhar! ¬¬

Não sou boa nem para os bons, nem para os ruins.

Não consigo sentir raiva. Talvez seja uma tristeza. Com certeza estou desapontada. Com o quê ainda não sei.

Magoada. As palavras mergulharam fundo em mim. Estilhaçaram.

Com algum legítimo direito estou sentindo isto? Provavelmente não.  Sempre acho que não, por mais que esteja envolta em um sim sólido e bem fundado.

Sim, eu esperava algo bom no final. É a velha injustiça que me fazem de apontar o dedo na minha cara e gritarem que sou pessimista.  Ridiculamente negativa, que deveria falar algo positivo pra variar. Só eu sei o quanto é difícil ser perseverante? Espero que não. Meu não desistir é meu otimismo.

E sei que é coisa de gente tola, cheia e cega de si, falar das injustiças que lhe rondam. Ninguém assim é levado a sério.  Mas você pode me ler com silêncio e atenção agora?

Não tenho limites, apenas os que a mim foram impostos. “Não te amo mais”, “Acabou”, “Nós não seremos nada além de amigas”. Depois disso veio “Gosto de você, você sabe!”. Do que eu poderia saber a essa hora da aventura? 

Vou te dizer: desistências me embrulham o estômago. São sinônimo de fracasso, na minha pouca experiência. A pior fraqueza que existe em mim. A enxerguei em você. E eu lhe gosto. Também. Há uns dias. (Ouça meu silêncio.)

Tenho preferido tratar as pessoas de “você” e quando preciso me dirigir a elas, usar as coisas da casa do “tu”. Você deve ter visto isso como um erro de português; pra mim é mais confiável.

Eu queria confiar em você também. Gostaria de sentir as circunstâncias de outro jeito, de agir nos sentimentos com outros pensamentos. Digno de comemoração será o dia que eu souber virar para o outro lado e seguir caminho sem olhar para trás. 

Quando me dou conta (agora) que a grande distância era entre nossas perspectivas (agora), volta a doer. Eu quis tanto te pegar pela mão e te levar pra onde você quisesse ir. Me repreenda por não saber medir tempo e importância de forma mais normal, que nem todo mundo, mas agora ainda faz diferença? 

Não quero lamentar, vai deixar tudo (o que? nós? esses dias?) pior. O teu nunca me machucou. Foi ele que estilhaçou e transformou alguns órgãos vitais em moedas de ouro pro teu ego. Pelo menos eu acho. Talvez tenha sido dizer que você era (o que? eu disse tanta coisa) e fez tudo de que estava sendo apontada. 

Ao escrever isso já estou me punindo. Por ser idiota, por fazer tudo errado, por não ter sido o que você queria. Por não ter sido o que cairia como uma luva na tua mão macia. Ao te mostrar, estou sendo tola, de novo. 

Dormir. Vou deitar pra não pensar em você, nas ideias que somamos, nas risadas que ouvimos. Prefiro até sonhar com alguém que detesto do que com você. Eu sei odiar sem precisar de contato. Porém, transformar alguém bem quisto em qualquer coisa não.